Esquadrão

November 20th, 2008
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Dá-se o nome de esquadrão a uma subunidade de cavalaria de escalão equivalente ao de companhia, constituído por um conjunto de pelotões.

No Exército Português existem, como subunidades de manobra de Cavalaria:

  • 1) Esquadrões de Reconhecimento, cada um incluindo três pelotões de reconhecimento e um de morteiros;
  • 2) Esquadrões de Carros de Combate, cada um incluindo três pelotões de carros de combate;
  • 3} Esquadrões de Comando e Serviços, dentro dos quais se abrigam, entre outros, o pelotão de Manutenção e Transporte (Oficina)e o Pelotão de Obras, os quais normalmente não tiram serviço, não respondem chamada no Esquadrão, como compensação pelos serviços executados.

Além disso, existem Esquadrões de Comando e Serviços e de Apoio de Combate nos Grupos de Carros de Combate e Esquadrões de Polícia do Exército no Grupo de Polícia do Exército.

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Hackney (carruagem)

November 20th, 2008
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Os hackney (do francês haquenee — carruagem de aluguer) foram as primeiras carruagens de aluguer a aparecer na Europa no ano de 1605. Foram criados para servir a cidade de Londres e devido ao seu sucesso, o número destes veículos aumentou exponencialmente, originando engarrafamentos, atropelamentos e acidentes nas ruas da metrópole inglesa. Nesta medida, o Parlamento Inglês teve de limitar o número de hackney a circular na cidade.

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Lowrider

November 18th, 2008
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Lowrider são os carros com o sistema de suspensão modificado e que anda tão junto ao chão quanto possível.

Atualmente se usa mais a suspensão hidráulica, mas mesmo assim os mais saudosistas apenas retiram as molas da suspensão. A cultura Lowrider surgiu nas periferias dos Estados Unidos, na divisa com o México. Por pessoas comuns que queriam ser diferentes assim colocavam sacos de areia ou sacos de pedra no porta-malas de seus Chevrolet Impalas, dando assim origem ao Lowrider.

História

Os lowriders foram criados por imigrantes mexicanos os pachucos em Los Angeles, eles criaram os lowriders com base no objeto de ostentação dos americanos que eram os grandes carros da época de 50 e 60, tais como Impalas e Monte Carlos, que são os carros mais usados nesse tipo de costumização.

Características

O lowrider tem como características básicas carros das décadas de 50 a 70 sem nenhum tipo de costumização externa.

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Rally Grupo B

November 17th, 2008
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O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).

Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.

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Praia de Melides

November 17th, 2008
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Praia de Melides é uma praia situada em Portugal.

Praia onde terá naufragado uma noite Fernão Mendes Pinto, atacado por corsários franceses.

Praia vigiada. Acessível por estrada até junto à praia, com estacionamento acessível para carros e autocarros.

Equipamentos: restaurantes, cafés, balneários, duche, bica com água, toldos para aluguer e serviço de emergências.

Desportos: rede de voleibol.

A cerca de 1 Km existe um parque de campismo.

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Rally Grupo B

November 17th, 2008
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O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).

Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.

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Rally Grupo B

November 15th, 2008
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O Grupo B foi introduzido pela FIA (Federação internacional de Automobilismo) em 1982 como substituto para o Grupo 4 (carros de turismo modificados) e Grupo 5 (carros protótipo de turismo).

Para o Grupo A haviam uma série de requisitos para se poder homologar um carro, como produção mínima de 5000 carros (linha de produção), limite máximo de potência, limite mínimo de peso, com tecnologia permitida e um custo total.
Ao contrário disso, o Grupo B tinha poucas limitações na tecnologia dos carros, no projeto e no número dos carros requeridos para a homologação do modelo. O peso não era restrito, materiais de alta tecnologia eram permitidos e não havia limite máximo de potência dos carros. A categoria foi muito visada pelos fabricantes de carros prometendo vitórias e oportunidades subsequentes de fazer publicidade sem precisar existir um modelo de produção.
O Grupo B foi inicialmente um conceito de muito sucesso, com muitos fabricantes juntando-se ao Campeonato Mundial de Rally, aumentando o número de expectadores. Mas o custo para competir cresceu muito rápido, e a performance dos carros aumentou ainda mais, resultando em vários acidentes fatais. Como consequência, o Grupo B foi cancelado e banido no fim de 1986 e as regras do grupo A ficaram como padrão para todos os carros daquela época.
Nos anos seguintes os carros do Grupo B continuaram correndo em uma categoria chamada de Campeonato Europeu de Rallycross, com carros como MG Metro 6R4 e o Ford RS200, competindo até o fim de 1992. Para 1993, a FIA substituiu os carros do Grupo B com protótipos que deveriam ser baseados nas regras do grupo A, mas mantendo o espírito do Grupo B, com baixo peso, tração nas quatro rodas, alta pressão do turbo e quantidades desconcertadas de potência. Hoje em dia, no Rallycross os carros cumprem um regulamento com um peso minino e, no caso de motores turbo-comprimidos, têm um restrictor de 45mm.

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Lowrider

November 14th, 2008
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Lowrider são os carros com o sistema de suspensão modificado e que anda tão junto ao chão quanto possível.

Atualmente se usa mais a suspensão hidráulica, mas mesmo assim os mais saudosistas apenas retiram as molas da suspensão. A cultura Lowrider surgiu nas periferias dos Estados Unidos, na divisa com o México. Por pessoas comuns que queriam ser diferentes assim colocavam sacos de areia ou sacos de pedra no porta-malas de seus Chevrolet Impalas, dando assim origem ao Lowrider.

História

Os lowriders foram criados por imigrantes mexicanos os pachucos em Los Angeles, eles criaram os lowriders com base no objeto de ostentação dos americanos que eram os grandes carros da época de 50 e 60, tais como Impalas e Monte Carlos, que são os carros mais usados nesse tipo de costumização.

Características

O lowrider tem como características básicas carros das décadas de 50 a 70 sem nenhum tipo de costumização externa.

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Formula D

November 14th, 2008
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É um campeonato que começou inicialmente no Japão, cuja inspiração teve inicio num piloto japonês, chamado Kunimitsu Takahashi, criador da técnica em 1970 e se expandiu por todo mundo.

Em Portugal foi feita uma apresentação no Porto no Circuito da Boavista e a abertura de uma escola de condução para este campeonato os carros utilizados são os Subarus da Yukes.

Os carros utilizados em drift são bastante leves ficando por cerca de 1200 Kilos cada, é retirado praticamente tudo o que não faz falta, como: forros, todos os bancos deixando só o do piloto, mas alterando para um desportivo, alcatifas protecções em plástico entre outras.

No Japão os carros mais utilizados são o Nissan Silvia/180SX, Toyota AE86, Mazda RX-7, Nissan Cefiro (versão com tração traseira), Nissan Laurel, Nissan Skyline (com tracção traseira), Nissan Fairlady Z, Toyota Altezza, Toyota Soarer, Honda S2000, e Mazda Miata. Ja a competição de drift nos EUA utiliza versões locais desses carros (tais como Nissan 240SX e o Corolla GT-S de Toyota) e os carros americanos de alta performance tais como o Ford Mustang, Dodge Viper, e Pontiac GTO. Os drifters em outros paises geralmente usam carros locais, tais como o Ford Escort (Ucrânia e Irlanda), BMW Série 3 (em outras partes da Europa), Porsche, ou Volvos.

Os carros FWD (com tracção dianteira) não são permitidos nos torneios de drift como o D1GP.

Os carros AWD (com tracção nas quatro rodas, conhecidos também como 4WD ou 4×4), como o Subaru Impreza WRX STi, e Mitsubishi Lancer Evolution possuem drift de ângulos bem diferentes. D1 e outras competições profissionais não permitem carros AWD. Então, carros como o Impreza e o Lancer são convertidos para RWD para poderem competir nos torneios.

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Esquadrão

November 14th, 2008
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Dá-se o nome de esquadrão a uma subunidade de cavalaria de escalão equivalente ao de companhia, constituído por um conjunto de pelotões.

No Exército Português existem, como subunidades de manobra de Cavalaria:

  • 1) Esquadrões de Reconhecimento, cada um incluindo três pelotões de reconhecimento e um de morteiros;
  • 2) Esquadrões de Carros de Combate, cada um incluindo três pelotões de carros de combate;
  • 3} Esquadrões de Comando e Serviços, dentro dos quais se abrigam, entre outros, o pelotão de Manutenção e Transporte (Oficina)e o Pelotão de Obras, os quais normalmente não tiram serviço, não respondem chamada no Esquadrão, como compensação pelos serviços executados.

Além disso, existem Esquadrões de Comando e Serviços e de Apoio de Combate nos Grupos de Carros de Combate e Esquadrões de Polícia do Exército no Grupo de Polícia do Exército.

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